Os conselheiros serão atendidos por território, em turmas de 50, atendendo as perspectivas de escolaridade, questões de gênero, orientação sexual e raça;
As técnicas de apresentação do conteúdo devem considerar o perfil dos conselheiros (escolaridade, inserção e experiências de atuação no movimento social);
Os eixos programáticos devem assumir uma importância fundamental na articulação com os temas propostos para a formação, pois são instrumentos de “ancoragem e reelaboração dos conteúdos sugeridos;
A exposição dos conteúdos devem valorizar as experiências vividas nos territórios tomando por base a interdisciplinaridade e a contextualização dos conhecimentos;
O conteúdo programático deve pressupor o princípio da formação qualificada e continuada, enquanto relação social, integrando as várias dimensões teóricas e práticas nos processos formativos aos saberes locais;
Deve-se considerar ainda a Amazônia como lugar social (lugares, sujeitos e ações) no qual a cultura assume a sua diversidade, rompendo-se com uma visão única e estratificadora de identidade amazônica, reconhecendo-se as singularidades territoriais.
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