| 02/02/2007 - 16h23
Seminário vai reforçar prevenção
de endemias no Estado
Da Redação
Agência Pará
A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), por meio do Núcleo de Endemias, realiza no Hotel Sagres, entre os próximos dias 13 e 15, o primeiro Seminário Estadual, cujo tema será 'A saúde e a vida dos paraenses: importância da atenção básica de saúde e os impactos das endemias'. O evento será uma oportunidade para a divulgação de balanços e debates sobre os últimos estudos e formas de prevenir as doenças mais recorrentes no Pará, como malária, dengue, chagas e raiva.
Para atingir esse objetivo, técnicos do Núcleo de Endemias foram treinados, até esta sexta-feira (02), na atualização de dados para a mais recente versão do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), programa responsável por armazenar ocorrências de doenças, seja na esfera municipal, estadual ou federal.
O diretor do Núcleo de Endemias, Walter Amoras, adianta que o Seminário abordará, em linhas gerais, como se dá o trabalho da Sespa junto às 13 Regionais de Proteção Social, mediante a coleta e organização dos dados pelos serviços de saúde em nível municipal.
Como estratégia, cada uma das 13 Regionais de Proteção Social da Sespa detém um profissional responsável pelo direcionamento das ações, assim como cada um dos agravos de ocorrência no Estado detém um profissional qualificado para responder dúvidas dos municípios e das próprias regionais. Para esse tipo de providência, a Sespa atua em conjunto com o Laboratório Central do Estado e o Departamento de Atenção Básica.
Além disso, a Sespa atua em contato permanente com as Regionais, no sentido de capacitar os servidores para ações de controle das doenças endêmicas, juntamente com os agentes de saúde dos municípios. Os profissionais da área de Endemias da Sespa estão sempre sendo treinados para atualização de outras versões dos Sistemas de Informação, como o de Mortalidade (SIM) e o de Nascidos Vivos (SINASC).
Esses sistemas obedecem ao fluxo e aos prazos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, ou seja, a coleta de dados levantada em nível municipal é enviada à respectiva regional de proteção social, recebida pela coordenação estadual e encaminhada à coordenação nacional. Cada etapa desse fluxo detém competências na manutenção dos sistemas, emissão de relatórios, com respectivas análises de consistência e do perfil epidemiológico de cada nível.
Texto: CCS
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