Novo capítulo da Feira do Livro
A XI Feira Pan-Amazônica do Livro escreveu um novo capítulo na história da cultura do Pará. Na sua 11ª edição, a Feira foi além da capital. Irradiou para outros quinze municípios a força e a importância da leitura. Aumentou a participação dos autores regionais. Trouxe estudantes do interior para os debates literários. Imprimiu no evento - que já é considerado o terceiro maior do gênero no Brasil - a marca da diversidade amazônica. Há de tudo na Feira do Livro, que, este ano, ocupa pela primeira vez o moderno e gigantesco Hangar – Centro de Convenções e tem Cuba como país homenageado e o escritor paraense Vicente Salles como patrono.
Nos dez dias da feira – de 28 de setembro a 7 de outubro -, uma intensa programação de palestras, oficinas, exposições, shows e mostra de cinema, tudo com entrada franca (ver link com a programação), vai animar o movimento dos 320 expositores do evento. Estima-se que as vendas de livros, este ano, atinjam a casa dos R$ 11 milhões.
A idéia do governo, no futuro, é ampliar ainda mais o evento e torná-lo uma bienal com várias feiras em diferentes pontos do Pará. Democratizar a leitura é fortalecer a consciência e a participação populares. O livro, diz o secretário de Cultura do Estado, Edílson Moura, é um instrumento de formação de consciência política: “o povo que lê, conhece seus direitos e seus deveres”. O livro também diverte, ensina, comove e liberta.