Projetos e Ações
Água para Todos
Bolsa Trabalho
Caminhos da Parceria
Campo Cidadão
Navega Pará
PAC no Pará
Pará Obras
Pará, Terra de Direitos
Procampo
PTP
Rios de Saúde
Comunicação
Agência Pará
Central Multimídia
Galeria de Imagens
Movimento Pará
Observatório
Pará Notícias
Portal Cultura
Revista Pará
Boletim Eletrônico
Cadastre-se para receber o boletim do governo do Pará
Nome:
E-mail:
 
Clique para conhecer mais
sobre a Governadora e 
enviar sua mensagem
Links do Governo
Home Busca: 
  
Respostas aos Internautas


Saúde

Qual a situação do hospital Abelardo Santos? Estamos sendo prejudicados com várias situações.

Leila Cardoso / Icoaraci
Cely do Socoro / Icoaraci

Resposta: A Sespa, Secretaria Estadual de Saúde e o Ministério da Saúde vem fazendo levantamento dos recursos de urgência e emergência visando identificar os problemas que existem na rede para saná-los. Na gestão passada o Estado não monitorava os municípios em gestão plena. Hoje a Sespa não somente cobra responsabilidade dos gestores, como irá adotar medidas de intervenção previstas no Sistema único de Saúde.

Como a senhora vai controlar as doenças que aparecem nesta época do ano, entre elas a Dengue ?

José Almeida - Guamá
Natália Alves - Marco
Daniela Barros - Icoaraci
Genival Machado - São Geraldo do Araguaia
Bruno Quadro Rodrigues

Resposta: O Governo já executa um plano de contingência estadual de controle da dengue, uma das doenças que vem com a chuva, e desenvolve as seguintes providências : Apoiar tecnicamente os municípios na realização de controle dos vetores, uma vez que essas são de responsabilidade dos municípios. Treinamento de pessoal, repasse de transporte fluvial e terrestre e ainda insumo de inseticidas. Capacitar os médicos assistenciais com relação à diagnóstico e monitoramento clínico com relação a dengue hemorrágica e intensificar as ações para envolver a comunidade para evitar que mosquito transmissor da dengue se reproduza. Pela primeira vez na história da saúde pública no Pará está se fazendo treinamento de recursos humanos para retaguarda hospitalar nos casos graves de dengue.

O Atendimento nos hospitais demora, temos que recorrer aos postos de saúde, que são precários. O que fazer. O que a senhora vai fazer pela Saúde  ?

Luciete Gaia dos Santos - Guamá
Yuri Moraes - Souza
Paulo César Vieira Fonseca - Marco
Alice Soares - Reduto

Resposta: Expansão da atenção básica através do aumento no número de equipes do Programa Saúde da Família, com mais servidores na Sespa, através da realização de concursos públicos que já estão em andamento, fortalecer a rede assistencial construindo hospitais de pequeno porte em vários municípios, controle mais forte das endemias e o repasse fundo a fundo dos recursos do Estado para os municípios. Criar o serviço de hemodinâmica no hospital regional de Marabá. E a criação do Plano Estadual de Urgência e Emergência, que inclui a interface de ações de média e alta complexidade com atenção básica, com a aquisição dos helicópteros para o resgate aeromédico.

Estou preocupada com o surto de febre amarela. O que será feito no Pará como prevenção, vai ter vacinação em massa?

Marcilene Barbosa - Bairro Novo, Paragominas

Resposta: Não, não vai ter vacinação em massa. Os postos de saúde estão recebendo doses extras de vacina e o governo do Pará já pediu mais de 140 mil novas doses para o Ministério da Saúde. Há a recomendação para que as pessoas que vão viajar para áreas de florestas tomem a vacina, que tem validade de 10 anos.

Moro ao lado do Hospital Regional de Brevs e as obras estão lentas. Qual a previsão de entrega do hospital?

Renan Rodrigues Vieira - Centro, Breves

Resposta: As obras estão em ritmo normal desde novembro do ano passado. A previsão para a conclusão dos trabalhos é abril deste ano. A partir daí serão instalados os equipamentos e a previsão é que o hospital seja inaugurado no segundo semestre.

Governadora, a senhora encontrou os hospitais regionais funcionando, como explica que a maior parte está fechando as portas ?

Joãosinho - Centro, Fordlândia

Resposta: Ao contrário. Encontramos os Hospitais Regionais de Altamira, Redenção e Santarém fechados e sem os equipamentos para atender a população. Foi a primeira vez na história que um hospital foi inaugurado e fechado no mesmo dia, que foi o que fez o governo passado. No mês de julho de 2007 os três hospitais foram abertos e estão desde então salvando vidas.

Secretaria de Estado de Comunicação
Fone: (91) 3202-0911 e 3202-0912, fax: 3202-0913
E-mail: redacao@agenciapara.com.br

 

        SGN  •  Webmail  •  Clipping Secretaria de Estado de Comunicação:  redacao@agenciapara.com.br  Creative Commons License